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A
celebração do bicentenário Em
2005 celebra-se
o bicentenário do nascimento de Hans Christian Andersen, escritor
dinamarquês cuja obra literária, traduzida numa centena e meia de línguas,
é a mais divulgada no mundo neste último século. Hans
Christian Andersen, nascido em 2 de Abril de 1805, em Odense, na
Dinamarca, filho de pai sapateiro e mãe lavadeira, é autor de uma
centena e meia de contos para crianças e adultos, poeta e artista,
romancista, dramaturgo, pensador existencialista, jornalista, crítico,
tradutor, narrador de viagens... Um rapaz que queria ser cantor, actor,
bailarino. Hans
Christian Andersen teve uma relação pessoal com Portugal, revelada no
seu livro «Uma Viagem a Portugal em 1866». Com
o sentido reconhecimento da generosidade e riqueza que caracteriza Hans
Christian Andersen e a sua obra, 15 artistas plásticos portugueses –
Ana Anacleto, Ana Gonçalves, Ana Ventura, Ana Vicente, Carla Rebelo, EMA
M (Margarida Prieto), Inês Marques, Isabel Aboim Inglez, Nuno Moreira,
Patrícia Guerreiro, Paula Prates, Rita Cortez Pinto, Rui Horta Pereira,
Tomás Cunha Ferreira
e Vasco Barata – desejam, com alegria, participar na homenagem,
um grupo de artistas unido, todos com formação superior de Belas-Artes,
e bons amigos. A
eles juntam-se 5 ceramistas-artistas plásticos – José Eliseu –
Bolota, Sandra Ribeiro, Pietra Fraga e Eusébio. Os
artistas pretendem, com destaque individual e generosamente, ilustrar os
contos de Hans Christian Andersen e, assim, testemunhar a presença da
arte contemporânea portuguesa e contribuir para o conhecimento e divulgação
da obra do ilustre artista dinamarquês. A
generosidade continuou. Juntou-se-lhes um historiador – Victor Eleutério;
um filólogo-andersenista – João José Pereira da Silva Duarte; um
narrador, artesãos, pessoas da música, das letras, do teatro e,
naturalmente, um autor e designer – Niels Fischer. Assim nasceu esta
iniciativa, com as seguintes características: Uma
edição em formato de mão de quatro centenas de páginas, com 42 contos
e suas ilustrações originais (1857), seleccionados dos 156 contos da
autoria de Hans Christian Andersen; a ser editada em 2004 e 2005. –
Uma edição numerada com uma colecção de 15 livros guardados em caixa;
são 36 contos ilustrados por 15 artistas plásticos portugueses. –
Uma pasta com três dezenas de monofolhas com imagens restauradas e
redesenhadas de Recortes de Papel da autoria de Hans Christian Andersen; a
ser editada em 2004 e 2005. -
Um disco compacto com a narração de 8 contos seleccionados. –
Uma edição especial de duas centenas de páginas, com 8 contos
seleccionados, impressos em BRAILLE. –
Uma edição intitulada Hans Christian Andersen em Portugal, que contém
duas obras: Uma Visita a Portugal em 1866 de Hans Christian Andersen e Os
Meses Portugueses de Andersen no «Paraíso Terreal» de Victor Eleutério
– uma descrição do Portugal de 1866. –
Uma exposição itinerante sobre as personagens de quatro dezenas de
contos de Hans Christian Andersen, com 36 quadros de 15 artistas plásticos
e 16 peças de cerâmica de 5 ceramistas-artistas plásticos portugueses. A
exposição, junto com os livros ilustrados e os Recortes de Papel, será
apresentada em Lisboa, Setúbal,
Coimbra e demais cidades. –
Duas medalhas comemorativas (que se complementam) de HANS CHRISTIAN
ANDERSEN 2005: o universo realista (redonda e clara) e o universo poético
ou fantástico (quadrada e negra). –
Uma gravura em metal sobre placa côncava de bronze, de grande Recorte de
Papel de Hans Christian Andersen. Uma
rica recriação teatral sobre a pessoa e as personagens de Hans Christian
Andersen, nas ruas das cidades e nos locais da exposição itinerante. –
Uma peça de câmara, de teatro-ópera-bailado intitulada: No
Pátio dos Patos I
Andegården (1861) Sobre o
precioso e a mediocridade. A
divulgação da sua obra é o objectivo único desta celebração do
bicentenário de Hans Christian Andersen, generosa e sem fins lucrativos. A
iniciativa tem o alto patrocínio da Embaixada
Real da Dinamarca Comissão
Nacional da UNESCO Comité
Português para a UNICEF Biblioteca
Nacional, Portugal O Museu
das Crianças, Portugal |
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